Sábado de Aleluia na praia

Viajei para Caraguatatuba no  feriado da páscoa com  uma amiga e o pai dela.

A Ariel não era uma amiga qualquer: Era uma mulher deslumbrante, ruiva de cabelos longos e olhos verdes, 1,78 de um corpo  perfeito. Além de ser bonita, era humilde, cumprimentava desde o mauricinho ao bêbado jogado na calçada com o mesmo sorriso.

 Mas confesso que o  que eu mais gostava nela era seu jeito devasso de ser. Ela nunca dizia não aos seus instintos. E brincava que era a personificação do meu lado profano, que um dia eu assumiria sem reservas.

Nos conhecemos na escola, ainda adolescentes. E foi com a “ajuda” dela que deixei de ser uma boa menina, para ser feliz.

Enfim, naquela viagem para a praia, já tínhamos uns 8 anos de amizade.

O pai  dela, médico legista, doido de pedra… Fazia seus laudos ao som de Ozzy, Led, Sabbath, Doors. E dizia que era uma homenagem póstuma.  Falava de DST´s comendo sanduíche. Abria um corpo contando piada de loira. Mas chorava feito criança quando precisava autopsiar alguém que tinha partido cedo demais.

Figura,  ser humano maravilhoso, meu amado Joseph.  Se não fosse pai da minha amiga, eu teria pego, sem dúvida. Ainda mais com aquela voz grave e o sotaque carregado de texano.

Ariel, embora tantos anos no Brasil, ainda tinha presente em sua fala o sotaque. E como nossa convivência era diária, aprendi a imitá-la. Nos divertíamos passando por turistas “americanas perdidas em sao paolo”.

Mas voltando… Estávamos em Caraguá e fomos para um quiosque super famoso, com direito a música ao vivo e lanches maravilhosos - e  homens idem.

Observando o ambiente, nos deparamos com um loiro de corpo perfeito, boca carnuda, umas pernas incríveis e olhos brilhantes, que não lembro a cor. Nós duas nos interessamos pelo cara. Era o mais lindo de todos, sem dúvidas.

Joseph então se solidariza com nossa  paquera - afinal, na frente do pai a Ariel não bancava a bagaceira - e o prestimoso vai falar com o tal loiro, dizendo que tem uma ruiva e uma morena interessadas nele.

E não é que o cara veio junto com ele para nossa mesa?

Se apresentou como San, num sotaque sulista carregadíssimo. Virou um festival de tu, ti e yeah na mesa.

Eu tinha consciência que não dava pra competir com a Ariel. Por  isso nem criava expectativas. Puxei o Joseph pra dançar e deixei os dois conversando à vontade.

Nossa dança era uma palhaçada:  Dois desengonçados e sem  ritmo. Mas ele adorava me jogar pra cima e pra baixo, feito dançarino de lambada. E morríamos de rir.

Não deu dez minutos, o San toca minhas costas e pede pra dançar comigo. Fiquei pasma, estranhei. Olhei pra Ariel e ela sinalizou pra mim que ele queria a mim, ou entao queria o pai dela, mas não teve coragem de pedir.

 Uau. Quick massage no ego!

Dançamos um pouco e ele me convidou para uma volta na praia.

Não perguntei nada sobre ele, afinal, não estava ali pra isso. Sentamos no meio das pedras, em cima da minha canga, e fui pro abate.

Ele me beijou, mordiscou, alisou, masturbou, sem sequer mover um centímetro do meu maiô. Isso é que é prática! Justiça seja feita: Beijo bom e mãos idem. Foi então ele perguntou se eu queria transar com ele.  Quase respondi que preferia voltar pra casa e ver o episódio inédito do Chaves… Perguntinha besta!

Depois de um blowjob caprichado, San vestiu rapidamente a camisinha e me colocou sentada em seu colo, porque segundo ele, as pedras podiam machucar. E em três minutos ele gozou. Sorte dele que eu também, senão meu humor ficaria péssimo.

Depois disso, me levou de mãos dadas até onde eu estava  hospedada, que era a menos de duas quadras dali. Se despediu e partiu.

Sábado de Aleluia! Finalmente minha fantasia de transar na praia tinha rolado…

Quando entrei, a Ariel me contou que o San tinha gostado era de mim… e que em seguida ela pegou um negão “de academia” (vale salientar a preferência dela por negros enormes e bombados), mas que tinha o pau pequeno e não virou nada. Contei em detalhes do San, tamanho do pau, como ele fazia, etc. Fomos dormir de manhã, praticamente.

Acordo então ouvindo a voz da Ariel comentando :

- Ah, ela me contou tudo, adorou você sim, mas acho que você gozou rápido demais!

Pulei da cama e não era pesadelo: O San estava na sala, e a Ariel tirando a limpo com ele a trepadinha básica! Queria morrer de vergonha…

Mas ele respondeu, sem perder o bom-humor:

- Por isso estou aqui: Vim filar o almoço e me redimir com ela.

Não sabia se cortava os pulsos com faquinha de rocambole, ou se mandava o pupilo calar a boca e entrar no quarto comigo. Nem precisei decidir a parada, a Ariel deu o serviço:

- Great! Corredor, primeira porta da direita.

Dessa vez durou bastante. Sem Joseph em casa, mesmo a idéia da Ariel poder ouvir não inibiu o gaúcho, que apesar de topar um fio-terra, era macho pra caralho.

PS: Contando essa aventura pra  Carly por msn, me lembrei do nome do garoto - bem incomum por sinal - e procurei no Orkut. Bah, o nome é o mesmo, mas os cabelos…  Ah, adicionei mesmo assim.

4 Respostas to “Sábado de Aleluia na praia”

  1. Murdock Diz:

    Bom o gosto musical do Joseph.
    E nem tem mais episódio inétido do Chaves na TV, o Silvio Santos trava tudo, você ia ter que comer o gaúcho de qualquer jeito!! HAahahaha!!!

  2. Diz:

    preciso realizar essa ainda :/
    uiui

  3. Paulo - Natal Rn Diz:

    Nossa gostei de sua aventura sexual na praia. mas não estaria afim de um Potiguar, também não? Já que pegou um do rio Grande do Sul, que tal um do Rio grande do Norte , temos praias lindas aqui, só vc vendo.
    Beijos ,rsrsrsrs.

  4. Sarah Deever Diz:

    Paulo, podemos pensar com carinho…

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