
Eu tinha banda. Fazíamos apresentações misturando a música com interpretação. Cada música tinha uma performance, aparatos. Nosso público curtia.
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A última música do show, era Femme Fatale (do Velvet Underground, original dela aqui). Fazíamos numa levada mais moderna, bem próximo a versão do Tomtom Club (ouça aqui). Eu começava a performance em uma cadeira, luz baixa. Depois descia para a platéia e escolhia uma “vítima” para quem eu cantava a música, passava meu xale de seda em volta do pescoço, pedia para ficar de pé e descia os braços pelo peito e pernas.
Era uma provocação consciente. Por isso, sempre dava preferência por fazer com alguém conhecido. E era a ultima música, porque depois dela eu saia correndo para o camarim.
Mas um dia, durante o show, vi que alguém em especial estava na platéia. Era o Marcos, um cara que eu havia sido apaixonada no ensino médio e nunca me deu muita bola. Ele me via mais como uma irmã do que como pretendente. Enfim, sofri aquele amor não correspondido… e agora ele estava ali, no meio do bar.
Havia uma música com coreografia semelhante a dança do ventre. Naquele momento, percebi que ele olhava pra mim fixamente. O copo na mão que nunca chegava à boca me deu o sinal que precisava.
Nos primeiros acordes de Femme Fatale, levantei da cadeira e apontei diretamente pra ele, que arregalou os olhos. Fui descendo do palco devagar, na direção dele.
“She´s goin´to break your heart in two, it´s true” , cantei passando o dedo em seus lábios e descendo a mão para sua camisa. Abri os botões, fui dançando em seu redor, esfregando meu corpo ao dele. Marcos tentou me abraçar, mas escorreguei de seus braços, envolvendo-o por dentro da camisa, passando meu indicador em seu mamilo.
Desta vez não consegui me desvencilhar. Ele me abraçou forte, de lado. Senti seu pau, duríssimo, em minha coxa. Eu queria mais: Prendi sua cintura com minha perna. Se não fosse tanta roupa, ele poderia sentir como estava molhada…
Era hora então de voltar ao palco e finalizar a música. Esperava que ele fosse ao camarim, mas ele não apareceu. Fiquei decepcionada, já até havia pensado em como dispensar a banda…
E depois do banho, de arrumar tudo para ir embora, sai do camarim que era no mezanino e ia descer ao bar para pedir uma água. Mas Marcos estava lá, sentado em uma mesa, rodando a tampinha da cerveja. Ele me esperou por mais de uma hora…
- Me disseram que a saída dos músicos era por aqui e fiquei te esperando.
Não disse nada. Empurrei a mesa e sentei em seu colo, beijando-o. Ele não perdeu tempo: Subiu minha saia, puxou minha calcinha pro lado e começou a me masturbar. Mas eu já estava excitada, molhadíssima. Abri sua calça e coloquei o pau para fora. Não havia tempo a perder. Abri minha bolsa e peguei a camisinha. Vesti delicadamente entre sorrisos de quem quer prazer, mas sem riscos. Me levantei um pouquinho para ajuda-lo a me penetrar.
E ele me comeu assim, sentados no meio do bar quase vazio, com Light My Fire de fundo, e gemidos entre beijos molhados e línguas escorregando pelo pescoço. Seu gozo veio forte, acompanhado de um urro delicioso.
Me levantei rapidamente, abaixando a saia, enquanto Marcos tentava disfarçar o inevitável. Foi o tempo dele descer para ir ao banheiro e o pessoal sair do camarim. Por menos de dois minutos não fomos flagrados.
Às vezes gosto de pensar que nos espiavam pela fresta da porta camarão…
“Cause everybody knows she´s a femme fatale…”
Transar em público, fazer joguinhos com direito a linguas e mãos anciosas com o risco de flagras, torna momentos inesqueciveis e tira qualquer casal da rotina…melhor ainda se a idéia pega…elevador, escadarias, estacionamento…etc
Acidentalmente entrei neste site e achei interessante pois ja tive diversas experiencias sexuais em publico e acho que isso aumenta a adrenalina e torna mais gostoso o sexo ainda mais quando voce sabe que esta sendo observado por estranhos que passam pelo local e param rapidamente para observar.
Atulmente tenho 40 anos e vejo que a audacia das pessoas não é mais a mesma porque a liberdade sexual é tamanha que as pessoas se apoiam em falsos pudores e acabam se retraindo e deixando momentos como esses passarem e criam istórias falsas para parecerem audaciosos e se firmarem em meio aos grupos a que pertencem. QUE PENA PRA ELES, porque mesmo com a idade que tenho ain da pratico esta forma de prazer e convido mulheres que se interessem neste tipo de aventura. De pronto autorizo a liberação do meu e-mail. ( betotatooo@hotmail.com )
ai que delícia a sensação do perigo, do flagra…..