Meu namorado foi trabalhar em outro estado, o que limitou nossos encontros. Por mais que eu fosse ou ele viesse, jamais poderíamos ter a constância de morar a uma hora de carro um do outro.
Por isso abusávamos da webcam, fotos, recados safados pelo celular, enfim, tudo o que nossa imaginação nos permitia fazer para manter acesa a chama da paixão que entre nós era tão forte.
Aniversário dele.
Senti que não podia mandar um presente normal. Nossa relação não era normal. Eu queria surpreendê-lo.
Comprei uma cesta de vime, coloquei dentro um DVD – cujo filme nos proporcionou a relação – chocolates, cookies e guloseimas que sabia que ele adorava. Dentro de um saquinho plástico (daqueles com ziper), coloquei uma calcinha minha: Usada, perfumada. E mandei também o batom que sempre usava, sabor coca-cola. Para um “cocólatra”, era o batom ideal.
Queria aguçar os sentidos e o desejo dele. Queria que ele se lembrasse do contato da minha boca, da cor, do cheiro, do gosto, cada vez que se lembrasse do presente.
Mas o que o enlouqueceu de fato foi a calcinha. Ele disse que cheirou tanto até não sobrar mais perfume algum: Nem o Inamoratta, nem o meu… Guardou carinhosamente aquele mimo e degustou de pouquinho em pouquinho, até vir me ver uma semana depois.
Disse que só não veio antes porque era dia útil, mas que pensava em mim o dia inteiro na empresa e que sempre que possível comia algo da cesta, acariciava a calcinha… e corria se masturbar no banheiro da empresa.
Mas ele não estava sozinho nessa: Eu também apelava para o alívio imediato, cada vez que o imaginava com tesão por conta da minha surpresinha…
Já aprontei uma dessas…por conta de uma fantasia mandei pelo correio a calcinha juntamente com uma coleirinha de strass….cachorrinha de luxo,sabe como e´….rssr
rss…eu achei que tinha sido original ao mandar um conjunto da Victoria Secret´s pelo correio…e as chaves do meu apartamento junto.Detalhe: estava viajando e vc nem imagina a agradavel surpresa que tive qdo cheguei