“Precisamos de grandes e douradas copulações”
Talvez ele tenha nascido em década errada. Sua vida de excessos não era vista de forma positiva pela mídia e muito menos pela polícia. Por isso o Doors – banda da qual era vocalista – nunca tenha conseguido o espaço que merecia através de sua música, mas pelos escândalos gerados por Jim – filho de militares, estudante de cinema e louco, tarado por sexo.
Seu lema era “Daqui ninguém sai vivo!” e para superar sua timidez, apoiava-se no álcool e nas drogas. Pense em uma pessoa sem limites. Esse era Jim. Usava tanto que via cobras rastejantes dentro do estúdio, ou se imaginava no deserto no meio da rua.
Amava Pamela Courson (Morrison), mas não deixava passar batido uma fã que lhe quisesse pagar um blow job. Ele se lamentava, mas o que fazer se a carne é fraca? Tão fraca que Jim se envolveu por um tempo com uma jornalista chamada Patricia, uma wiccan, e com ela se casou em uma cerimônia pagã – tudo para poder passar uma noite de sexo “diferente”.
Em 1967 – tem noção de como era o mundo nesse ano? – Jim e sua banda se apresentavam em bares, pertenciam a uma gravadora e tinham disco lançado – o que naquela época era difícil de se conseguir – ganhavam bem, ele comia todas… era para ser só alegria, certo?
Errado! Como bêbado sabe ser inconveniente, Jim escolhia justamente o palco para falar merda, ofender o governo, descer a lenha no sistema e na polícia. Fazia sexo pelos corredores do bar e um dia foi flagrado por um policial e resolveu “desabafar” no palco, no meio da música “Touch Me”, que já havia substituído por “Suck me”: Come on, come on, come on and suck me baby, can´t you see that I´m almost there?” (venha, venha e me chupe, você não vê que estou quase gozando?)
Segundo ele, estava “conversando” com uma garota nos bastidores quando um policial os surpreendeu e borrifou algo em seus olhos, o que o cegou por alguns momentos. Ofendeu os policiais e foi preso antes mesmo de terminar a música.
Menos de um mês depois, no palco novamente, conta para a platéia sobre sua prisão. Jim abre o ziper da calça e começa a se masturbar, e de repente, ajoelha-se em frente a Krieger (guitarrista) e simula sexo oral! A platéia veio abaixo e a polícia caiu de pau em cima!

“Queria checar os limites da realidade. Estava curioso em ver no que ia dar. Isso é tudo: apenas curiosidade”
Em outro show abaixa as calças, mostra seu pênis ao público e grita ao microfone: “Vocês querem meu pinto?” Alguns dias depois, Jim recebeu um mandato de prisão. Sua banda ganhou popularidade e a perseguição da polícia. Mas Jim nem ligava. Ele queria é gozar, embora o que mais tenha conseguido na vida foi se foder.
Algumas frases inesquecíveis do cara mais sacana e sensual da história do rock mundial:
Five to one, baby! ![]()
Jim Morrison compôs a primeira música sobre a arte da punheta
Mr. Mojo risin’!! ![]()
Trecho da música LA Woman. Curiosamente “Mr. Mojo Risin” é um anagrama perfeito para “Jim Morrison”. “Mojo” é também uma gíria para “proeza sexual”.
“Vejo-me como um cometa enorme e feroz, uma estrela cadente… As pessoas jamais verão algo igual, nem me esquecerão… Nunca!”



caraca!!!!!!!!
Jim era mesmo foda! ele foi o ser humano mais interessante que passou pelo planeta Terra! Ele era sexy, luoco,bebado,inteligente! era perfeito.
Não é a toa que se tornou uma lenda!
Salve Jim Morrison!
Save the Lizard King!
Sabe o que eu acho, jim naum era louco como gostam de falar por ai, ele simplesmente fez coisas q a grande maioria gostaria de fazer e fica se reprimindo se escondendo! Ele e um poeta, mas e um ser humano em primeiro lugar, q tem necessidades, ele deixava bem claro q seu proposito naum era servir de exemplo, sempre original, e isso q faz a grande diferença…
Sao suas “loucuras” q nos fazem delirar no inconciente da alma e se perguntar o q mais virá … se q vc tem algo mais forte ha oferecer…. Solte seus monstros , se permita viver… mas tenha ciencia q a conta vem pra vc … AMO JIM MORRISON
era massa , doiidadasso , eu queri a ser assim
a mulher dele era uma gata
lindo lindo lindo