Sexo no apartamento vazio
Um amigo estava procurando um lugar para morar. Pediu que o ajudasse em sua busca, já que seu tempo estava bastante curto.
Pesquisei, agendei alguns lugares, visitei diversos. Mas um em especial me chamou a atenção. Liguei para o Adriano super entusiasmada, havia encontrado o lugar ideal para ele. Marquei com o corretor de voltar com o “interessado” em um sábado a tarde.

A caminho, fui explicando pra ele que o loft tinha decoração planejada, era iluminado, etc, etc.
Quando chegamos ao prédio, embora houvesse marcado horário conosco, o corretor precisou sair e ainda não havia retornado. Mas a chave estava na recepção, então subimos só nós dois para conhecer o imóvel.
O elevador era panorâmico, todo de vidro. Adriano sorriu malicioso:
- É Sarah, dentro desse elevador não rola uma rapidinha…
- Só se o casal for exibicionista - devolvi a piada.
Adriano também se encantou com a decoração do lugar. Era absolutamente perfeita para ele e seu estilo de vida (leia-se farrista, mulherengo e festeiro): apesar do lugar ser pequeno, era bem dividido, oferecendo ambientes bem propícios para a continuação de suas noitadas.
- Estou louco pra ver o quarto - disse me puxando pela mão.
Subimos a escada e nos deparamos com a cama, bem de frente para a janela. Em frente, um prédio comercial invadia a privacidade, sem pedir licença.
- Você é exibicionista? - brincou ele, me segurando pela cintura, enquanto eu olhava para fora e quase podia imaginar do que seriam aqueles escritórios em frente.
- Não me provoque Adri… Porque estou aqui imaginando como seria atrapalhar o trabalho desse povo todo…
Rimos muito. E quando me virei de frente, ele me beijou. Mas foi aquele beijo apressado, violento. Ele foi abrindo minha blusa, subindo minha saia numa mistura de carinho e pressa. O tesão tomou conta de nós dois e não podia esperar. O corretor podia chegar a qualquer momento…
Tirei sua camisa mordendo seu peito e barriga, enquanto ele tirava o que havia restado de roupa em mim, tentando nos posicionar num ângulo bacana para o pessoal do prédio olhar.
Ele ficou de pé encostado na cama, enquanto eu, de quatro, o chupava apressadamente. Ele aproveitava para me masturbar com dois dedos, sentindo o quanto eu estava molhada.
E vez ou outra, dava as estatísticas de quantos estavam nos olhando. Aquilo me excitava absurdamente.
Permaneci de quatro, apenas virando de costas para que ele me comesse. E aí pude ver que ele não mentia: Havia pessoas na janela, quase dependuradas, tentando nos ver com maior riqueza de detalhes.
Quando ele começou a me comer e foi acelerando, segurando meu cabelo com as mãos, um mais exaltado do prédio, começou a assoviar, outros gritavam como se fosse uma partida de futebol.
Gozamos deliciosamente, com direito a beijo na boca.
Mesmo enquanto nos vestíamos para sair, a turma ainda esperava, creio eu, na esperança de um segundo tempo.
Descemos e estávamos entregando as chaves, quando o corretor chegou acompanhado de uma mulher, que segundo ele, iria ver o loft também.
Adriano riu e sussurrou:
- Opa, vai ter segundo tempo!
Ele ficou com o loft. E das poucas vezes que o visitei, foram de cortinas fechadas.
Tudo que é demais faz mal, já dizia o filósofo.
Maio 18, 2008 às 5:19 pm
tudo de bom!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1