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Mai
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O locutor – 5 anos depois

Eu contei aqui que minha primeira relação sexual foi com um locutor. A primeira foi ruim, a segunda foi mais ou menos, mas a terceira finalmente, ele pegou o jeito. Demorou para que eu ficasse à vontade com ele, para que eu entendesse que podia gemer, que aquelas tremedeiras que me envergonhavam na verdade eram respostas do meu corpo. Ele fazia de tudo para me ajudar nesse processo de auto-conhecimento.

Mas quando finalmente me encontrei no contato com o corpo dele, me apaixonei. Foi o primeiro amor da minha vida, homem para o qual não existia frio ou calor, tarde ou cedo. Sempre que ele me chamava, eu ia.

Por estar tão disponível, um tempo depois ele veio com a fatídica frase:

- Você é tão novinha, não devia se envolver com um cara mais velho. Você precisa curtir a vida, conhecer gente, aí sim, entrar num relacionamento.

Eu sei que esse era o jeito dele dizer “Olha, dê pra todo mundo primeiro, depois namora. Eu já te comi e estou saindo fora da responsabilidade de te assumir como namorada”.

Sofri muito, chorei demais por ele. Fui me desapegando aos poucos, na medida que ele se distanciou de mim. Foi o fora mais dolorido de todos.

Mas teve revanche. Seguindo seus conselhos, saí com outros 3 locutores da mesma rádio que ele trabalhou e não contente, rodei o dial. Peguei desde a 89 até a Jovem Pan 2. Minha obssessão por conhecer locutores e dar pra eles, me rendeu 1 ano de terapia… rs… e a vingança mais gostosa que podia ter.

E então 5 longos anos se passaram. Eu me mudei de cidade, saí do país a trabalho. Vivi minha vida. Mas um dia eu voltei. E ainda que nem pensasse mais nele, o destino tratou de refrescar minha memória.

Peguei um táxi do aeroporto para casa. E o taxista ouvindo rádio. Resumindo: Era ele. E num percurso de 10 minutos soube onde ele estava e pior, senti uma saudade absurda do que eu senti com ele.

Pensei quase um mês se deveria ou não procurá-lo. Mas como me conheço, sabia que se não fosse, pensaria nisso a vida toda. Um dia liguei para a rádio e deixei recado com a recepcionista. Era como um lançar de dados. Não sabia se ela daria o recado, se ele lembraria de mim, se retornaria a ligação. Mas minha parte estava feita.

Assim que ele saiu do ar, meu celular tocou. Em uma conversa rápida, ele me convidou para ir à rádio vê-lo no outro dia. Claro que lembrava de mim!

Meu coração e mente se misturaram em meio a achismos. Medo dele não gostar de mim, de me dar outro fora. Vontade enorme de vê-lo e descobrir como me sentiria…

No outro dia, levei horas me arrumando. Banho demorado, roupas caprichadas, cabelo e unhas impecavelmente arrumados. O percurso até a rádio parecia infinito. O elevador, lento demais.

Quando cheguei, me apresentei à recepcionista, que me mandou entrar direto no estúdio do ar. Ele me esperava. Estava tão nervosa e tão gelada, que meu estômago parecia um iglu.

Quando entrei, após sua volta dos comerciais, ele me recebeu com o mesmo sorriso que havia me encantado.

- Nossa, você virou um mulherão! Como você está linda! Agora olho pra você e não me sinto mais um pedófilo…

Aquele elogio apesar de grosseiro, me fez bem para o ego. Me sentei, comecei a conversar com ele. Sua feição parecia a de um lobo faminto, babando, louco para devorar a Chapeuzinho. Notando isso, me senti forte o bastante para fingir que não estava entendendo nada, que não queria nada com ele. E quanto mais me fazia de desentendida, mais direto ele ficava.

- Essa sua mini-saia está tirando minha concentração. Ela é muito indecente.

- Mas nem é mini. E outra, você não está vendo nada demais.

- Por isso ela é indecente. Tinha que mostrar tudo.

Fora isso, ele não perdia a oportunidade de passar a mão em minha coxa, ou segurar meu braço. Homem quando começa a pegar muito, é porque quer comer. Mas me mantive impassível.

Quando vi que estava ficando fora de controle, com direito a uma ereção dele por debaixo da mesa, resolvi ir embora.

- Espera. Tá acabando meu horário. Te dou uma carona.

Cartada de mestre. Horário de rush, ele sabia que eu pegaria o metrô absurdamente lotado e sua proposta era bem-vinda. Passei mais uma hora recebendo elogios, vendo-o agir como criança, querendo me chamar a atenção, perguntando da minha vida, falando das realizações dele…

No elevador, indo embora, ele não resistiu.

- E se eu te levasse em algum lugar mais sossegado pra gente matar as saudades?

- Só se você me prometer que vai ser melhor do que a última vez.

Ele sorriu, com aquele sorriso que sempre me desarmou.

Entramos no carro e ele já tratou de subir minha saia e começar a me masturbar. Levou a sério o compromisso. Ia me masturbando e chupando seu dedo:

- Seu gosto é bom, Sarah… Que delícia de mulher é você.

Entramos num motel muito próximo à rádio.  Ele já foi tirando a roupa e em seguida me agarrou. Seu beijo continuava muito bom.  Beijou minha boca, meu pescoço e meus seios. Sugou feito um louco, enquanto me masturbava. Enquanto isso, eu brincava com seu pau duro e molhado.

Me fez gozar com a língua em meu clítoris e dois dedos dentro de mim. Gemi alto. Ele se empolgou – porque até a ultima vez que estivemos juntos, eu era praticamente silenciosa.

- Geme mais, assim, você não sabe quanto me dá tesão seus gemidos.

Cai de boca em seu pau. Com as mãos, percorri suas coxas, brincando em sua virilha com a ponta dos dedos. Apertei sua bunda e pedi que deitasse na cama, de barriga para baixo.

Lambi e mordisquei suas costas, massageando com as mãos. Desci devagar e mordi sua bunda, lambendo de um lado a outro.

Abri suas nádegas com as mãos e lambi seu cu, sem cerimônia. A primeira reação dele foi travar as pernas. Não disse nada, continuei lambendo a bunda, desci para as coxas e lambi suas bolas com carinho. Ele relaxou e voltei para a bunda. Desta vez ele me deixou lambê-lo. E se permitiu gemer baixinho. Enquanto lambia novamente suas bolas, penetrei um dedo em seu cu. Já não tinha mais como bancar o machista, o prazer era maior. Penetrei e tirei rapidamente.

Ele me jogou na cama e veio por cima de mim, sem dizer nada. Me penetrou com cuidado e começou a me comer devagar, entre beijos.

De repente, ele sussurra em meu ouvido:

- Enfia o dedo de novo? – pediu com voz tímida.

Sorri maliciosamente e enfiei meu dedo em seu cu, imponto um ritmo mais rápido à transa. Ele gozou num gemido tão forte, que mais parecia um uivo.

Gozei de carona naquele tesão que o fiz sentir.

A magia do “locutor que eu amei e era o melhor homem do mundo”, havia acabado. Ele era um homem comum, mediano. Eu já havia saído com homens melhores.

Mas para ele, eu fiz a diferença. Ele passou a me ligar, convidar pra sair, querer passar no meu trabalho – ainda mais depois que me comeu em cima da minha mesa – e até propôs namoro.

O primeiro fio terra a gente nunca esquece. E modéstia à parte, sei como ninguém dar um beijo negro… e fazer um homem gozar com meu dedinho…

Pena que ele, em 5 anos, não tinha nenhum truque escondido na manga.


9 Respostas para “O locutor – 5 anos depois”


  1. 1 Anônimo
    Setembro 28, 2008 às 5:12 am

    caracaa”’

  2. 2 Daniela
    Novembro 10, 2008 às 4:09 am

    Putz que momento heim!!! parabéns… gostaria de ter sua coragem!! e proporcionar um prazer assim ao meu homem! pena q

  3. 3 Daniela
    Novembro 10, 2008 às 4:10 am

    meu homem nao esteja aqui perto de mim pra que eu possa lhe dar um presente assim… muuuito bom!!!

  4. 4 Wellington
    Novembro 24, 2008 às 1:04 am

    Queria um presente desses!!!!

  5. 5 Wellington
    Novembro 24, 2008 às 1:05 am

    Tbm quero um presente destes!!!

  6. 6 Rafaela
    Janeiro 22, 2009 às 9:52 pm

    Nossa gata q coragem! tb vou fazer isso com minha lingua… o dedo nao sei…

  7. 8 ***WLCR***
    Maio 29, 2009 às 8:50 pm

    minha esposa faz.. eu adoro! não sou gay… mas adoro dedo dela! ela põe um preservativo para a unha não machucar e…uuuuummmmmmm!!


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