Minha amiga Ariel, uma americana linda, uma vez me contou que homens não resistiam a uma gringa. Que o sotaque carregado dela provocava o stone effect imediato dos caras e que até o mais dificil deles se rendia ao bom e velho “desculpe, meu português é ruim”.
Com algum tempo de convivência, eu já conseguia imitar perfeitamente o jeito Ariel de falar o português, além de ter fluência no inglês. Saíamos para as baladas speaking in english e quando alguém se aproximava para puxar papo, o sotaque carregadíssimo vinha a tona. Só era preciso segurar a vontade de rir…
Fiquei com vários caras porque eu era gringa. Muitos cantavam aquela música maldita “Sarah, Sarah…” do Chris Norman. Sempre foi divertido, mas um dia em especial, eu e Ariel nos superamos.
Fomos para a noite com a grana curta. Gastamos demais e na volta não rolava pagar táxi. Tivemos que andar um trecho enorme à pé, até chegar na avenida Paulista. Para nossa sorte, um pouco mais à frente, haviam duas viaturas de polícia paradas. Ariel, a mais malévola, disse que ia conseguir uma carona pra gente, se déssemos sorte de pelo menos um policial ser mais ou menos bonito.
Quando chegamos mais perto, eram em seis homens, pelo menos quatro deles altamente aproveitáveis.
Lá foi a Ariel contar que éramos americanas (falou mostrando seu documento) e que havíamos nos perdido dos amigos que nos hospedavam em intercâmbio no Brasil. Se eles podiam nos dar uma carona até onde estávamos, ou pelo menos nos ajudar a pegar a condução.
Dois policiais que estavam na mesma viatura, se ofereceram para nos ajudar. Ariel fez sinal que ia converter o cara. Eles iam pedir autorização na corporação para nos levar. Mas o papo pelo rádio foi bem diferente:
- Dá pra vocês segurarem o patrulhamento? Eu e o Ribeiro vamos comer duas gringas.
Segurei para não rir, e a Ariel, toda “desentendida” ainda perguntou se ia atrapalhar muito o trabalho deles…
Entramos na viatura, eu e o tal do Ribeiro atrás e a Ariel com o outro na frente.
Mal a viatura entrou em movimento, Ariel já abriu as calças do policial e começou a chupá-lo.
O Ribeiro quase engoliu minha boca de tanto beijar, enquanto passava a mão pelo meu corpo, me masturbando com pressa, mas querendo encaixar seu dedo em cada canto do meu corpo.
Chupei seu pau ouvindo: “Isso, gringa, suck me, vai gringa…”
E ele me comeu, sentada no colo dele, ouvindo meus gemidos “oh yeah, fuck, fuck, fuck”…
O cara pirou, me comeu feito um desesperado, gozou feito um louco, uivou feito um lobo.
Em seguida, deu sinal pro outro. Era para trocar de lugar, fomos para o banco da frente enquanto Ariel berrava feito uma louca no banco de trás.
- Caralho, véi, to comendo uma gringa, ruiva de verdade, olha os pentelhinhos dela…
Enquanto isso, eu chupava o Ribeiro enquanto dirigia, torcendo pra que ele mantivesse o controle e não batesse o carro…
Depois da carona “paga”, descemos na esquina da rua da Ariel, sãs e salvas. Eles pediram nossos celulares, mas “desculpe, nosso português não é bom”…
Diz a lenda que por algum tempo, havia sempre uma viatura de polícia passeando naquela rua…
Interessante essa sua devassidão… Um tanto vazia se me permite, mas muito interessante. Lerei seu blog mais vezes…
Como o cara é troxa…imagino que vc de risada disso ate hj rs
Ameii!!!rsrsrs