Primeira semana do ano é assim, uma ressaca ainda brava, uma lerdeza no corpo e na mente… A propósito espero que tenham tido uma ótima virada e uma ótima entrada.
Primeira semana do ano que valeu (ahn?) pra mim foi aquela que passei cinco dias na casa da namorada.
Já faz um tempo. Tava a família dela toda. Problema é que nunca sobrava tempo, espaço ou lugar na casa pra dar um rapidinha sequer. Adicione o fato de que a namorada era quadrada e conservadora, do tipo que mal dava um beijo na frente de alguém.
No réveillon o máximo que aconteceu foram umas encoxadas entre uma taça e outra de espumante, sentados na varanda, e depois já na contagem do ano. Um dia, dois dias, três dias e nem uma chupadinha. Já tava nervoso com todo aquele tesão explodindo e nada. Ia tomar banho, chamava ela pro chuveiro junto, ela vinha, se excitava, quase dava, mas saia correndo.
No quarto dia começou a faltar suprimentos. Daí um diz em ir no mercadinho, outro diz que é melhor na vendinha, até que todo mundo resolve ir supermercado mesmo e passear na cidade. Era a chance, eu olhei pra ela, ela me olhou, ficou subentendido que finalmente ia rolar. Toda a casa só pra gente por pelo menos 2 horas. Fué fué fué…
Naquela confusão de “quem vai, quem fica, você precisa ir, alguém precisa cuidar da casa, eu quero ficar, você vai com a gente sim, mas… mas…”, decidiram quem ia e quem ficava. A namorada foi forçada, coitada. Deu pra sentir pela primeira a decepção dela por não conseguir transar bem quando queria. Porque vocês sabem, nem só de chuveiro vive uma relação. Nessa altura do campeonato eu já tinha me conformado que seria muito difícil e que mais uma chuveirada ou uma simples encoxada na varanda seria lucro.
Eis que uma luz se fez. Quem tinha ficado se dispôs a sair também e eu alegrinho fiquei por poder bater uma punheta com sossego. A luz se iluminou mais ainda quando lembrei da revistinha pornô do cunhado que descansava no quarto dele. Procurei e nada lá. Já tava quase desistindo quando vi na estante da sala, atrás dos livros e discos uma orelhinha de revista aparecendo. Andei calmamente até lá como se fosse uma pegadinha e o Ivo Holanda fosse aparecer. Pior: pensei em todo mundo chegando bem no momento que eu constatasse que sim, era a revista pornô. Uma Sexy, já estragadinha… Mas fazer o quê, né?
No quarto dos sogros ficava o vídeo-game, era normal passar algum tempo por ali. Sem contar que era mais confortável por causa da cama grande e tal. E o quarto, mesmo ficando junto da sala, tinha lá sua privacidade. Sentei na cama, abaixei o calção, me apoiei com a perna esquerda, dobrei a direita, arrastei a cueca junto com o primeiro movimento da punheta e mandei ver. Virava as páginas da revista, apoiada no travesseiro da sogra, com a mão esquerda. Foi aí que eu ouvi um barulho. Alguém ainda estava na casa.
Espiei através da porta do quarto pelo reflexo da televisão na sala. Não vi ninguém. Continuei. Mais barulho e meu instinto mandou parar com a punheta e ir jogar Road Rash. Mas o mesmo instinto continuava os movimentos, agora adicionados de um certo desejo voyeur. Percebi então que quem tinha ficado na casa era a minha sogra.
Minha sogra não era lá uma brastemp, minha namorada também não era, mas a necessidade faz a ocasião e tirando o fato de ser mãe da minha namorada, era uma coroa que bem podia quebrar o galho. Desejei que ela me pegasse punhentando e fizesse um belo de um boquete. Espiei pelo reflexo da televisão da sala o quanto ela se aproximava do quarto. Quando ela percebeu a safadeza levou a mão até a boca espantada. Eu percebia a tentativa dela de olhar pra dentro do quarto sem me “atrapalhar”.
Deitei de costas pro quarto e pelo reflexo da tv do vídeo-game eu saberia se ela olhava ou não. Deixei a revista de lado e e comecei a me masturbar pra valer. Todo o tesão guardado virou um dínamo. Minhas costas começaram a suar. Numa olhada rápida, pela tv vi a sogra esticar o pescoço e começar a assistir. Ela parecia um pouquinho hipnotizada até e devagarzinho foi descendo a mão, e assim por cima mesmo da saia fez uma pressão na buceta. Quem diria que aquele corpinho conservador sentiria um impulso sexual qualquer pelo namorado da filha… Eu ameacei me virar e ela como se levasse um susto saiu do transe e voltou pra cozinha.
Todo mundo voltou. Foram mais encoxadas e chuveiradas rápidas com a namorada. Mas depois o relacionamento não durou tanto pra que houvesse outra oportunidade de saber ou testar a sogra. Fato é que se eu fizesse mais do que fiz, hoje não me perdoaria. Mas naquele dia deixei um presentinho pra ela. Esporrei tudo e cada gotinha embaixo do travesseiro dela.
Fetiche pela sogra é normal entre os homens??????
Não. Apesar de existirem sogras “especiais” esse tipo de tara é bem rara ou acontece por circunstâncias específicas como a necessidade ou oportunidade. Mas não acho, não.