Começou sem querer; depois de muita caminhada, muito papo cabeça, enquanto estávamos sentados vendo um documentário, quando ele reclamou de dor nas costas, pedindo uma massagem. Não pensei em nenhuma maldade, já havíamos combinado que nada aconteceria. Nem mesmo um selinho havíamos trocado.
Então pedi que ele vestisse a sunga e se posicionasse. Enquanto isso eu, que inicialmente estava de vestido, coloquei uma bermuda de lycra e um top por baixo, para evitar qualquer contato pele com pele que pudesse desencadear a vontade.
Ele voltou e deitou na posição correta. Espalhei óleo em suas costas e conforme o massageava, ele gemia baixinho: “Ai, dói mas é bom…”, brincou dizendo que era meio masoquista, porque sentia prazer com aquela dor. Terminei as costas, massageei as coxas, que ele disse estarem doloridas também. Pronto. Havia conseguido tocá-lo sem agarra-lo. Pedi que ele massageasse minhas costas, que estavam bastante doloridas também.
Ele então, meio sem jeito, pediu que eu tirasse o vestido, porque por cima da roupa fica inviável. Tirei, afinal estava vestida por baixo. Ele começou então a espalhar o óleo em minhas costas e a massagear.
- Esse top está me atrapalhando. Pode tirar, por favor?
Na posição que estava mesmo, tirei o top e me deitei. Relaxei para curtir a massagem. Ele se sentou em minha bunda e passou a me massagear com as mãos mais gostosas do mundo. Mas era ele quem gemia mais. Bem de leve, contido. Minutos depois, disse que não conseguia me massagear sem pensar bobagem. Achei melhor parar por ali, por mais gostoso que estivesse…
Ele então disse que precisaria de nova massagem, já que havia ficado todo tenso de novo. Pedi que se deitasse e espalhei muito óleo, as mãos começaram a deslizar e massageá-lo. E ele gemeu. E disse que a imaginação ia longe enquanto minhas mãos trabalhavam… Perguntei no que pensava e ele não quis dizer. Disse que precisava ser convencido para contar… Minha massagem então tomou um caminho de provocação deliberada. Mas ainda assim ele não quis contar: “Se você quer saber, me inspire a dizer. Se me quer, me pegue…”. E eu desisti. “Não quero, estou parando…”, falei convicta. Então aconteceu o que eu não esperava.
Ele, com uma força incrível, segurou minhas mãos e sem que eu conseguisse evitar, se levantou e me imobilizou. Quando dei conta, eu estava deitada na cama e ele por cima de mim, prendendo as minhas mãos, tomando meu corpo.
- Não quero, para! – Eu repetia.
E quanto mais eu falava, maior ficava seu tesão, sua fúria. Eu tentava me soltar, tira-lo de cima de mim empurrando com as pernas, mas o que consegui foi que me dominasse ainda mais. Me beijava e mordia o pescoço, os seios, a barriga e as coxas enquanto mantinha minhas mãos presas ao lado do corpo. Que força!
Nesse momento, ele me puxou pelos braços e me colocou sentada. Pude ver o quanto estava excitado… E passei a chupa-lo. Quando ele notou que estava perdendo o controle, me jogou na cama novamente. Ele comandava o jogo. Eu apenas obedecia. E novamente eu tentava me soltar, não queria obedece-lo. E então tirou o que restava da minha roupa com a boca e naquele instante perdi a moral: Ele percebeu o quanto o queria também. Então ele me penetrou. Forte, intenso. Ainda lutei para empurrá-lo. Mas ele me mandava ficar quieta e ia ainda mais fundo… E eu o apertava e prendia dentro de mim, era tamanho o desejo que eu pulsava…
Consegui então soltar uma das mãos e escapar. Me virei na cama para fugir, mas ele me puxou pelo quadril com força e novamente me penetrou. “Você não vai fugir de mim, minha putinha. Você é minha!”, disse enquanto prendia minhas mãos nas costas e me deixava completamente imobilizada.
E eu ali, de quatro pra ele, completamente dominada, não consegui mais continuar com o personagem. Gozei com um gemido forte, seguido do dele. Sentia meu corpo todo tremer descontrolado enquanto ele me abraçava, me beijava doce e carinhosamente e nos colocávamos de conchinha. No outro dia ele acordou preocupado com hematomas. Eu bem os queria, provas da noite intensa e maravilhosa. Mas ele soube como segurar. E me deixar querendo mais.

O jogo da sedução permite que momentos assim rolem, sem violência, ao contrário, com muito prazer e tesão…eu,particularmente, a-do-ro uma pegada forte….rs
Famosa história do “vamos combinar: eu só paro quando você disser Caraguatatubapindamonhangaba”
Eu como mulher também tenho essa vontade! Como faço pro meu marido fazer comigo?
Linda, a palavra de ordem e´diálogo.Com ele, vcs podem combinar essa e muitas outras fantasias gostosas…