Era uma namorada esporádica. Eu tinha estudado com ela. Branquinha, magrelinha, piercing no nariz, sombra roxa no olho… Um tipo meio estranho, exótico. Conhecíamos a mesma turma, sabíamos das putarias um do outro e tínhamos intimidade suficiente pra falar sobre. Ela já tinha dado pra uns amigos e até pra umas garotas que NÃO quiseram dar pra mim.
Trepamos umas vezes e ficamos longe por algum tempo. Nos revimos numa quermesse. Colocamos as conversas em ordem, brincamos com o passado, bebemos e fomos pro apartamento dela. Transamos normalmente, nada além do básico, já que afinal estávamos nos revendo e queríamos descontar o tempo. Toda a efervescência juvenil dela continuava me dando tesão e suponho que o mesmo acontecia com ela.
Fiquei sabendo que na cobertura do prédio em que ela morava existia uma espécie de deck pra observação, perguntei se podíamos trepar lá. Ela sorriu bem safada mordendo os lábios e respondeu: “Ok, mas com uma condição.” E não disse mais nada. Fui embora e no outro dia mesmo ela me ligou combinando. Não disse qual seria a condição. Fiquei muito curioso, não conseguia me aguentar em esperar outro dia inteiro. Imaginei várias coisas e pra cada uma delas me acabava com punhetas.
Passei na padaria e comprei uma garrafa de vinho barato porque sabia que ela gostava. Cheguei na portaria desconfiado, mas já tava muito excitado. Pedi pra subir e o porteiro que era amigo usou um cumprimento pouco usual: “E aí, campeão!”. Como se comer a moça fosse digno de prêmio de masculinidade ISO 9000. Na real, a gente sempre acha que todo mundo imagina o que acontece nessas situações. Pra usar o deck tinha que pedir autorização pro zelador e tal. Então à partir daí, pensar que todo mundo no prédio sabe quem vai usar e sabendo disso supor o que aconteceria, era muita aventura.
Ela me recebeu com um daqueles beijos bem molhados que são quase lambidas, mão nas costas que desceu e apertou a bunda bem apertado, e aquele sorriso excêntrico que só ela tinha. O beijo tinha gosto de morango como aqueles batõezinhos com sabor… Me deixava com mais tesão ainda. Queria pegar ela já ali na sala, deitá-la de lado no chão da sacada e mandar ver. Mas bobo eu. Ela tava empolgada com a coisa toda, falando de outros tempos e lembrando coisas genéricas que aconteceram com a gente. Falou até de uma ex-namorada dela, uma das que não quiseram dar pra mim e eu, bobo, tive certeza que a moça estaria lá na cobertura/ deck do prédio esperando nuazinha em pelo. A safadinha sabia que meu sonho sempre foi um ménage. Pegou uma cestinha na mesa me agarrou a cintura e me puxou pro elevador.
Sentamos num banco encostado em toda a parede lateral do prédio. Tinha uma piscina pequena e uma grelha pra churrasco. Ela buscou numa porta uns colchões e estendeu no chão. Fazia frio, era junho bem começo de inverno, e pensei se seria uma boa ideia, já que no frio, vocês sabem, a dificuldade pra alguns na paudurecência é maior do que pra outros. Mas NÃO, NUNCA foi problema. Ela finalmente explicou, tirando do cestinha o KY. Começou dizendo que tinha visto um pornô com a prática e resolveu que queria experimentar, mas que nenhum dos ficantes dela eram confiáveis e tal. Disse que pensou em me procurar antes mas ficou com vergonha eque ter me encontrado na quermesse foi muito legal. Como sabia que eu não ia negar, tratou de arrumar tudo antes e me fazer “supresa”. Posso dizer que fiquei BEM supreso.
Como a gente não sabia como fazer aquilo, começamos do jeito que a gente sempre fazia. Arrancávamos a roupa um do outro numa ansiedade infinita, ela muito mais forte que eu. Me arranhava, me fazia pedir tapa, me dava tapa sem eu pedir… Eu alisava, explorava, tocava em cada parte do corpo dela buscando coisinhas que eu já conhecia bem, como a marca de nascença embaixo do braço, a pintinha no púbis ou o último arranhão na coxa e chupão no pescoço. A única coisa que me incomodava era o vento frio batendo na minha bunda… Coloquei ela de quatro, puxei pelos cabelos e com o pau apontando a direção, apanhei o KY e lambuzei completamente a mão.
Entrou um dedo, depois dois, depois três. Ela estimulava ora o clitóris ora os mamilos. Se contorcia, suspirava alto. Eu perguntei se não corríamos o risco de alguém nos pegar e ela disse que a porta tava trancada. Provavelmente o amigo porteiro estivesse lá ouvindo tudo… Quando os dedos dela pressionavam o clitóris, ela também os enfiava na buceta com tudo. Deitei-a com as costas no colchão, levantei as pernas dela e apoiei os pés nos meus ombros. Lambuzei mais KY na minha mão e espalhei por todo pulso e atochei mais KY no buceta e cu dela. Com a mão aberta e os dedos juntos fiz o primeiro movimento com força e aos poucos a mão foi entrando. Ela se mantinha parada na posição mas seus olhos estavam bem fechados e mordia os lábios com alguma pressão. Quando toda a mão entrou ela deu um urro e seus olhos abriram. Ela levantou um pouco o tronco pra ver, e sorriu. Encostou de novo a cabeça no chão e a minha outra mão entrava na buceta. Eu mexia as duas dentro dela como se manejasse os joysticks de um telejogo. Ela gostava e se contorcia inteira agora, e se divertia com minhas duas mãos dentro dela. Tanto assim que colocava os pés na minha boca, ameaçava me chutar o queixo… Até que aquilo a fez gozar como eu nunca tinha visto.
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Quero saber se algum de vocês já fez fist e contasse um pouco da experiência. Eu nunca ouvi isso de uma mulher. Apesar de ter gostado muito, naquele dia me assustou um bocado. Quanto a moça, é lógico que voltamos a nos ver e trepamos mais algumas vezes, só que nunca nada tão intenso quanto aquele dia na cobertura/ deck do prédio.